3 principais erros para evitar na formação de preço na indústria

Todos sabemos que o preço de um produto pode influenciar desde a indústria até a chegada ao seu consumidor final. Geralmente, o cliente, nesse caso. A formação de preço de forma determinada e consistente é o que moldará a maneira como caminharão os negócios da empresa.

Um detalhe na precificação pode ser o diferencial no resultado da quantidade de vendas, das reivindicações a respeito dos valores dos produtos e, também, da desconfiança gerada quando se coloca um valor abaixo do comum. Esses fatores são diretamente determinantes na percepção que tem o público-alvo, então, é fundamental ter uma boa estratégia nesse momento.

Se achou interessante o que leu até agora, continue conosco. Pois, foi pensando nesse aspecto, que listamos os erros que as pessoas mais cometem no decorrer desse processo tão importante. Acompanhe!

1. Desprezar custos genéricos na formação de preço

No momento em que a empresa define um valor para seu produto, é essencial que ela tenha em mente todos os gastos. Tanto fixos quanto variáveis. Essa falha é mais comum quando se etiquetam serviços. De modo que o gestor se equivoca no cálculo, já que o custo não se trata somente do que se gasta com um cliente apenas.

Deve haver uma preocupação, além de tudo, com as despesas fixas de aluguel, funcionários, softwares, entre outros. A partir de então, será calculado o ponto de estabilização. Ou seja, a quantidade de vendas que devem ser feitas no intuito de que se liquide os custos estanques e comece a haver lucros na corporação. Se não houver uma boa gestão nessa hora, é bem provável que a companhia fique no prejuízo no fim do mês.

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2. Exacerbar ou diminuir consideravelmente os valores

É muito recorrente a queda das vendas em razão da cobrança de valores muito altos pelo produto ou serviço comercializado. E isso se deve ao fato de que, na maioria das vezes, define-se um preço sem o discernimento correto de quanto um cliente está disposto a pagar por aquilo.

Dependendo do valor colocado, corre-se o risco de a pessoa nem querer conhecer o produto. Ou seja, de ser gerada uma repulsa imediata. Esse fato acontece independentemente da oferta de diferenciais em relação às empresas concorrentes.

É preciso tomar cuidado, também, para que não aconteça o contrário, que, no caso, seria reduzir tanto o valor ao ponto de a corporação não ter margem de lucro. Isso porque a redução é desnecessária quando o consumidor pagaria mais sem problema algum.

É recomendável que se verifique a qualidade que tem o produto ou serviço comparado à concorrência. Para justamente valorar da maneira mais precisa possível.

3. Deixar de investir em tecnologia

Para uma boa formação de preço na indústria, é crucial o auxílio tecnológico. A administração manual, ou seja, somente pela capacidade do intelecto humano, já está ficando obsoleta. Simplesmente pelo fato de sermos passíveis de falhas que podem levar a grandes prejuízos.

Por essa razão, indústrias de grande porte e remessa estão apostando em instrumentos tecnológicos cada vez mais avançados, para alavancar os procedimentos e agilizar todo o processo. Além disso, um sistema de software fornece segurança aos dados e às informações coletadas e trabalhadas. Aqui, recomenda-se verificar como um sistema ERP pode ajudá-lo!

E aí, leitor? Gostou de saber a essência para melhorar a gestão de preços da empresa? Está na hora de aprofundar-se mais sobre o assunto e baixar nosso e-book que trata de tudo que você precisa saber sobre formação de preços na indústria. Não perca tempo!

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